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sábado, 13 de novembro de 2010

Pucha e Estica


...e um dia parte !
Não é psicologia, não é filosofia, não é mau feitio nem desvario, nem sequer teimosia das pessoas em demasia, é assim e pronto !

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Escrevo-te...

Escrevo-te, para quebrar a solidão dos meus dias, acompanhar-te na solidão das tuas noites,
 por entre todo o silêncio a que te votas.
 Escrevo-te porque quero ser a luz tremula que te ilumina a alma, a companhia que na distância te acalma.
Descubro-te, simplesmente pelo instinto, pelo sabor que provo no vento,
gosto teu que me toca, instante aberto em que me entregas a verdadeira essência
de ti.
Desenho-te sabendo-te de cor, como se tivesses sido minha alguma vez, como
se apenas te tivesse tocado, abraçado, beijado.
Invento-te, na luz do dia, para que sejas real nos sonhos da Noite.

E tu, aí sentada, olhando a janela e
vendo passar lá fora o mundo, perguntas-te, sou eu?
 E eu respondo-te, sim és tu,
tu mesma, que agora descobriste nas minhas palavras os teus sentimentos, nas
minhas metáforas a realidade que vivias procurando. Utopia dirás, mas o que não
é utópico? Até a própria realidade o será se deixarmos de acreditar nela.

Sinto-me só...

Sinto-me só. Quero estar só.
Sinto-me isolado, sem ninguem.
Quero-te,...
Sinto-te/Não te sinto.
Vejo-te ao longe. Pressinto-te...
Escapas-me ao mesmo tempo que te tento agarrar...
Não me magoes... Não me magoes mais.
Não sou feliz, não me sinto mais feliz.
Não consigo fingir, não quero fingir.
Estás longe...
Não te pressinto, não te vejo...
Não quero amo-te banais. Aliás não quero nenhuns "amo-te". Só quero apenas um preciso de ti,... Um: não vais embora.
Confusa? Eu também!