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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011



Receita de um Feliz Ano Novo...
Dê amor e carinho e receberá igual ou mais ...
Tenha a paz no seu coração e voará tão alto que jamais será alcançado(a) pelo mal... 
Brinde sem exageros e terá o equilíbrio, a vida...
Creia que é capaz e alcançará seus objetivos. 
Acredite... uma boa idéia se transformará numa realização...
Preserve a própria vida e respeite a vida alheia.
Economize, mas com sabedoria. Não deixe de viver a vida por economia a pouco dinheiro e nem se venda por ele.
Ame com intensidade. 
Não tenha medo de alcançar as estrelas.
E o mais importante dos ingredientes... encontre-se com Deus todos os dias... assim tudo se tornará muito mais simples e o seu ano será Iluminado!
Feliz Ano Novo!




FELIZ ANO DE 2012

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Não perca tempo...



Não perca tempo...


“Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. 
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. 
Se achar que precisa voltar, volte! 
Se perceber que precisa seguir, siga! 
Se estiver tudo errado, comece novamente. 
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a. 
Se perder um amor, não se perca! 
Se o achar, segure-o! “

sábado, 24 de dezembro de 2011

Crônica do Amor




Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. 

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.


Sonho de Natal




Sonho de Natal

Rasgam-se as nuvens no céu estrelado,
invade-se a vontade de gritar,
o Sol mantém-se ao longe...calado,
ouvindo o som do belo luar.

A fada desperta do sono encantado,
com a sua harpa de sonho a tocar,
o sol dormindo...sonha deleitado,
vislumbrando ao longe um novo acordar

Surge então um novo céu...a nevar
de noite e durante a madrugada,
O sol mantém-se coberto a sonhar
com estrelas e com a sua amada...

Ouve-se ao longe um galo a cantar,
adivinha-se o nascer de um novo dia,
A lua vai-se embora a chorar,
mas o Sol...desperta com alegria.

A lua adormece por fim.
Mas o Sol nada leva a mal,
pois ama a Lua tanto assim,
que voltará a encontrá-la num sonho de Natal...

CRV





obrigado amiga e um feliz natal para ti, beijos

domingo, 11 de dezembro de 2011

Basta Um Minuto

Olá Antonio,


Um minuto serve para você sorrir:

Sorrir para o outro, para você e para a vida.

Um minuto serve para você ver o caminho,

olhar a flor, sentir o cheiro da flor,

sentir a grama molhada,

notar a transparência da água.


Basta um minuto para você avaliar a imensidão

do infinito, mesmo sem poder entendê lo.

Em um minuto apenas você ouve o som

dos pássaros que não voltam mais.


Um minuto serve para você ouvir o silêncio,

ou começar uma canção.

É num minuto que você dará o sim

que modificará sua vida... e basta.


Basta um minuto para você apertar a mão

de alguém e conquistar um novo amigo.

Em um minuto você pode sentir

a responsabilidade pesar em seus ombros:

a tristeza da derrota,

a amargura da incerteza,

o gelo da solidão,

a ansiedade da espera,

a marca da decepção

e a alegria da vitória...

Quanta vitória se decide num simples momento,

num simples minuto!

Num minuto você pode amar,

buscar, compartilhar, perdoar,

esperar, crer, vencer e ser...

Num simples minuto você pode salvar a sua vida...

Num pequeno minuto você pode incentivar

alguém ou desanimá lo!
Basta um minuto para você recomeçar

a reconstrução de um lar ou de uma vida.

Basta um minuto de atenção para

você fazer feliz um filho,

um aluno, um professor, um semelhante...


Basta um minuto para você entender

que a eternidade é feita de minutos.


Mensagem enviada por:

CRV

domingo, 4 de dezembro de 2011

Poema da Minha Tristeza...


Poema da Minha Tristeza...
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No peito, meu coração bate forte 
Não sossega, sobresaltado desfalece
Bate sem control, o pensamento não pára
Tanta razão tem p’ra que tal aconteça

Distante de mim, longe, e o tempo passa
Esse tempo que avança e nunca sessa
Esse tempo que me foge debaixo dos pés
Esse tempo é angústia, alguém assim o elegeu

Nada acontece, nada, nem ao menos tu
Tu que tanto prometes, sem nada acontecer
Tu que iludes à distância com belas palavras
Palavras que os ventos dos tempos vão levando

Os ventos levam as fragmentadas frases
Não tiveram ancora que as prendesse
Foram ditas e deixadas ao abandono
Descuidadas, essas, a alma entristecem

Ah, essas, o vento soprou, assobiou
Roncou e de tanto roçar as desgastou
Rasgou-as, esfarrapou-as, esvaneceram
E tudo o vento levou, partículas dispersas

Esse vento do destino traçado por outrem
Frio, sofredor, incansável, amargurado
Sussurando a tristeza dos acontecimentos
Nem meus doces cabelos acalenta

Quem não ancora as palavras da alma
Não tem alma, não tem nada
Tem vontade de iludir a ilusão
As boas intensões, amordaçar

Nem tu, nestes ventos de angústia
Vens dizer meu nome, cobrir-me de beijos
Ah, meu coração não vive dos vendavais
Nem repousa na tristeza alucinante que traças

A ansiedade enlouquece estes olhos de fogo
Eu recuso as palavras, deixo a chuva as lavar
Quero amar-te sim, mas tu hoje te recusas
Tu afinal queres, o que tu não queres

Temes, vergas-te, não tens coragem
Tu queres, estremeces e fraquejas
Faltam-te as garras do fogo da coragem
A saudade essa, comprimida e reprimida

Na bruma da noite navego incessante
Percorro caminhos e em vão te procuro
Noite dentro, na tela da virtualidade
Há uma luz que brilha e logo se esvanece

E tu distante, onde estás meu amor
Que não vens afagar meus cabelos
Mas que amor é esse que não queima
É um querer sem nunca querer

O tempo é inimigo do amor, arrefece-o
A distância ofusca, é cega e nada deixa ver
Eu quero amar-te, mas tu não te resolves
Tu não virás nunca, falta-te esse fogo estonteante que queima...

Autora: Cândida Soares