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sexta-feira, 18 de março de 2011

Soneto da Amizade

Enviado por uma grande amiga, Mara Borges, obrigado

Soneto Da Amizade
 
 Ao amigo distante, de mim apartado

 A quem interessar amizade nossa

 Sentir-se amigo, irmão mais sagrado

 Tua cumplicidade existir sempre possa

 Não basta saber segredos, porventura

 Haverá sempre amizade indiferente

 Outra voz que conselho murmura

 Saber-se da dor, a razão de repente

 Porque minhas angústias chegaram

 E se foram, outrora em meu peito

 Desilusão, falsos amigos deixaram

 Ao amigo sincero, nunca fica mágoa

 Ao respeito dar-se, piedoso e límpido

 Se dor houver, vejo com olhos d'água

 
 Autor Desconhecido